Seguidores

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A ARONIA E OS DIABÉTICOS

Na impossibilidade de comprar com facilidade certos frutos, aqui em Londres, recorro com alguma frequência à compra de sumos 100% naturais, sem corantes nem conservantes, de fornecedores de inteira confiança. Refiro aqui, Holland & Barrett, uma casa muito antiga, no Reino Unido. Os sumos que compro, regularmente, são: Açai, Aronia e sumo de Romã. São os que mais uso. A propósito de ter ido hoje comprar os sumos que referi, deixo aqui, sobretudo para a amiga Irene (Aronia), uma pequena informação sôbre a ARONIA, para que experimente, se é que ainda não experimentou.

Suco de fruto dietético


O suco de fruta da baga da aronia possui propriedades anti-oxidantes, reguladoras da tensão arterial e ajuda no combate aos efeitos do envelhecimento e da diabete (é um hipoglicêmico natural). Le jus des baies d'aronia a des vertus antioxydantes, de régulateur de la tension artérielle et il permet aussi de contrer les effets du vieillissement et du diabète (c'est un hypoglycémiant naturel).
SUCO DE ARONIA

O suco de aronia contém os antociânicos, são aqueles que provocam uma redução da taxa de açúcar no sangue das pessoas portadoras da diabete.

A baga da aronia é também chamada Chokeberry nos EUA em referência ao fato que os pássaros se engasgam ao comer bagas demais. Este fruto possui um pouco do gosto da cássis e por isso é sem dúvida muito apreciado pelos pássaros e pequenos roedores.

Vendido sob a forma de embalagem tetrapack de 1 litro.É possível solicitar à Easysante uma embalagem de 6 litros de suco de aronia.


Fonte de informação: http://pt.easysante.eu/provence-nature.php

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

ARTRITE REUMATOIDE



Doença, além de dor e rigidez nas articulações, pode provocar complicações cardiovasculares e afetar a vida sexual dos pacientes

POR MICHELE ROZA

O corpo humano é um organismo totalmente interligado. Quando uma parte dele é acometida por uma doença e algo não vai bem, isso pode se refletir, comprometer outras áreas e novas complicações podem surgir. Estudos apresentados no European League against Rheumatism (Eular) 2010, o Congresso Anual da Liga Europeia contra o Reumatismo, na Itália, apresentaram duas questões acerca da artrite reumatoide: a doença aumenta o risco cardíaco (principalmente em mulheres com menos de 50 anos) e afeta a vida sexual dos pacientes.

A artrite é uma denominação geral para outras doenças que geram uma inflamação no tecido conjuntivo, que reveste as articulações, ou uma degeneração não-inflamatória desse tecido. O reumatismo se caracteriza por originar vários tipos de complicações, não só nas articulações, mas em tendões e ossos, por exemplo, e provoca manifestações de dor. Apesar de nem todo reumatismo atingir as articulações, toda vez que houver um caso de artrite não-traumática haverá um reumatismo.

Uma das formas mais conhecidas da artrite é a reumatoide. A doença crônica desencadeia uma resposta inflamatória ao organismo do indivíduo, que apresenta deficiência genética no sistema imune. Geralmente se inicia na região das mãos e vai se estendendo pelo resto do corpo gradualmente, mas em alguns casos pode acometer primeiro regiões maiores e de forma aguda. Os principais sintomas são dor, rigidez (matinal), inchaço e perda de movimento nas articulações, embora possa ter impacto prejudicial também em outras partes do corpo.

“Algumas pessoas com artrite reumatoide desenvolvem anemia, dor de garganta, olhos secos, boca seca, vasculite, pleurisia e pericardite. A doença é também um fator de risco conhecido para o endurecimento das artérias, o que pode levar a ataques cardíacos e derrames 10 anos mais cedo do que em pessoas que não têm artrite”, afirma o reumatologista Sergio Bontempi Lanzotti, diretor do Instituto de Reumatologia e Doenças Osteoarticulares (Iredo), de São Paulo.

Complicações cardiovasculares

Um trabalho dinamarquês apresentado durante o Eular 2010 sugere que a artrite reumatoide aumenta o risco do paciente em sofrer um enfarto do miocárdio. O estudo comparou pacientes com artrite reumatoide e pacientes com diabetes. Os resultados apresentaram dados similares entre os dois grupos: 1,65 de risco aumentado entre indivíduos com artrite reumatoide e 1,73 entre aqueles com diabetes.

No entanto, uma análise das mulheres com artrite reumatoide com menos de 50 anos revelou um risco seis vezes maior de ataque cardíaco, se comparado a seus pares no grupo de diabetes. E nos últimos 10 anos, essa incidência aumentou 50%. Entre os pacientes do sexo masculino, o risco foi semelhante: 1,66 de risco aumentado no grupo com artrite e 1,59 no grupo de diabetes.

“As novas descobertas apontam a importância da implementação das recomendações do Eular nos consultórios dos reumatologistas de todo o mundo, para a detecção precoce e o manejo dos fatores de risco cardiovascular do paciente com artrite reumatoide”, observa Lanzotti.

Vida sexual afetada


Segundo uma pesquisa francesa apresentada no congresso, a artrite reumatoide também afeta negativamente as relações afetivas e a vida sexual dos portadores da doença. O estudo divulgou os resultados da análise de dados de mais de 1,2 mil pacientes, com idade média de 64 anos, e 98% deles recebendo tratamento. Destes, 66% relataram que os sintomas da doença tiveram um impacto negativo nos seus relacionamentos sexuais, e 40% relataram que a doença foi a única razão para não serem sexualmente ativos. Para pacientes sexualmente ativos, os principais problemas físicos provocados pela artrite reumatoide foram a diminuição ou a ausência da libido, relatada por 47%, e dor ou rigidez nas articulações, relatado por 24%.

Além de problemas físicos e emocionais, sentimentos de culpa e frustração foram relatados por 39% deles. Apesar do alto impacto físico e emocional da doença sobre a atividade sexual, 72% dos participantes disseram que nunca tinham falado sobre a influência desta condição em suas vidas sexuais com seu médico, 66% mostraram-se dispostos a resolver esta questão e 62% não consideravam que precisavam de ajuda.

“O estudo francês demonstra claramente que existe uma relação entre a qualidade da atividade sexual e a doença reumática dos pacientes. O que é preocupante é que os doentes, muitas vezes, relutam em abordar este assunto, o que significa que continuam a sofrer, tanto física, quanto emocionalmente. Encorajamos o reumatologista a iniciar esta conversa com seus pacientes para que eles possam se beneficiar de uma ajuda especializada”, diz o médico.

Consumo de chá aumenta o risco

Outro estudo apresentado no Eular, por norte-americanos, revelou que beber chá, em qualquer quantidade, aumenta em 40 % o risco do aparecimento de artrite reumatoide em mulheres na pós-menopausa. Os pesquisadores estudaram mais de 76 mil mulheres, entre 50 e 79 anos. Ainda segundo os pesquisadores, o café parece não ter nenhum efeito sobre o desenvolvimento da doença no grupo de estudo.

Tratamento

A artrite reumatoide não tem cura, mas seus sintomas podem ser amenizados. O paciente deve manter o acompanhamento médico. “Vale a pena reforçar que embora existam medicamentos como não-esteroides, antiinflamatórios e suplementos naturais no mercado que podem ser úteis no tratamento da doença, a dieta e os exercícios podem ser muito importantes, tanto na prevenção, quanto na mitigação dos efeitos da artrite”, conclui Lanzotti.

Gostaria de concluir este texto, da autoria de Michele Roza, fazendo uma reflexão:

NOTA PESSOAL:

Faço referência à frase "A artrite reumatóide não tem cura", para deixar uma pergunta no ar:  Se é verdade que minha Mãe sofria de artrite reumatóide, que se manifestou depois dos 50 anos, com o aparecimento de dores, sobretudo nos dedos das mãos, que começaram a deformar nas articulações, como será justificado o facto de, após o início duma alimentação PERFEITAMENTE cuidada, esses sintomas nunca mais terem aparecido, tendo mesmo regredido as chamadas bolinhas nas articulações? Aos 94 anos, minha Mãe continua a não queixar-se dos ossos (e enfia as agulhas sem óculos). Não podemos esquecer, como referi já, que minha Mãe foi submetida a uma série de operações, durante o período em que a sua alimentação não era a que tem hoje. Talvez seja por todos os problemas de saúde por que passou e por tantas anestesias a que foi submetida, que o único problema dela, hoje, é um coração que acusa um certo cansaço. Isso não a impede, porém, de saír todas as  tardes, sózinha, para o seu passeio habitual.

Maria Letra

DIABETES - Tratamento Natural

Ao editar aqui este texto, que me pareceu muito bom, é minha intenção dar uma esperança de tratamento a quem sofre desta deficiência, caracterizada pelo aumento de glicose (açúcar), no sangue.
Sabemos que não é fácil tratar esta doença, mas também é verdade que o seu tratamento, paralelamente a uma alimentação adequada, podem proporcionar ao doente uma vida normalíssima.
É muito importante, para quem sofre desta doença, que na sua mente permaneça sempre a preocupação de não abusar. Respeitar a necessidade duma vida, tanto quanto possível, sã e manter uma alimentação sem fugir do que é aconselhado não comer, são duas normas que conduzem o doente a um resultado gratificante: VIVER BEM!
Primeiramente é preciso entender que existem alguns tipos diferentes de Diabetes, mas em todos os tipos a orientação nutricional é bem parecida.

A Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento medicamentoso. A Diabetes tipo 2 é desevolvida ao longo da vida devido fatores genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada. A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao longo da vida. Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, hormônio que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não foram diagnosticadas com a doença.

A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma doença que não tem cura. Mas assim como qualquer doença crônica existe um controle. O paciente Diabético pode conviver muito bem com a doença se fizer um tratamento adequado. Hoje em dia existem muitos alimentos próprios para os Diabéticos, mas ainda existem muitas dúvidas em relação à isso. Esse artigo tem como objetivo dar uma idéia do que é necessário tomar cuidado na alimentação do Diabético, mas é muito importante o paciente agendar uma consulta com um Nutricionista para receber as orientações individuais e específicas de cada caso.

1) Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses ingredientes (doces e sobremesas)

2) Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha, macarrão, pão, aveia, granola.

3) Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a sobra de açúcar no sangue.

4) Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De preferência, consuma a casca junto.

5) Não tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta por copo.

6) Os vegetais são importantíssimo na alimentação. As folhas podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba. Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa da beterraba ralada junto do almoço e jantar). Coma cogumelos.

7) É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma alimento classificado como light diz que esse alimento tem redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.

8 ) Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses alimentos são mais gordurosos do que as versões normais.

9) Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).

O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das versões diet. A resistência no tratamento é o que mais dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets que são gostosos também.

A quantidade dos alimentos também será um fator fundamental para deixar o nível de açúcar no sangue controlado. Mas essa quantidade é individualizada. Para saber isso é necessário passar por uma avaliação nutricional individualizada.

Fonte: ANutricionista.Com - Cristiane Mara Cedra - CRN3 19470 - Nutricionista em São Paulo.

Imagem de: http://eslnoite.wordpress.com/2008/11/25/diabetes-mellitus-accao-de-formacao-cno-4-dez/

domingo, 7 de novembro de 2010

O QUE SÃO ENZIMAS

Segundo o Dr. Edward Howell, o primeiro pesquisador das enzimas, “as enzimas são substancias que tornam a vida possível. São necessários para todas as reações químicas que ocorrem no corpo. Sem enzimas nenhuma atividade alguma vez aconteceria. Nem as vitaminas nem os minerais nem os hormônios conseguem fazer o seu trabalho – sem enzimas.”
Temos uma reserva de enzimas limitada o que nos leva a morrer quando as enzimas acabam.

Se comermos alimentos crus evitamos a destruição das enzimas que a comida contem facilitando assim a digestão e evitando gastar as nossas próprias reservas.

Segundo ainda o Dr. Edward Howell, a falta de enzimas na comida cozida é ainda uma das razões maiores do envelhecimento e morte precoce. É ainda a causa subjacente da maior parte das doenças.

Se o nosso corpo está ocupado com a digestão de alimentos cozidos e a produção de enzimas para a saliva, suco gástrico, suco pancreático e sucos intestinais, então terá de diminuir a produção de enzimas para outros propósitos.

Quando isto acontece, então como pode o corpo produzir enzimas para o trabalho do cérebro, coração, rins, músculos e os outros órgãos e tecidos.

Esta falta de enzimas ocorre na maioria da população mundial dos países civilizados que se alimenta de comida cozida.

Segundo estudos científicos recolhidos ao longo de mais de 40 anos pelo Dr. Howell, “o homem é o que menos enzimas da digestão dos amidos tem no seu sangue, entre todas as criaturas. Também temos o maior índice destas enzimas na urina o que prova que estão a ser utilizados rapidamente”. Conseqüentemente cada vez que comemos farináceos (pão, bolos, etc.) estamos a diminuir o nosso tempo de vida.

Existe evidências que mostram que esta baixa de enzimas não é devida a nenhuma peculiaridade da nossa espécie. Na realidade, deve-se ás largas quantidades de amidos cozidos que comemos.

Além disso, é evidente a indicação que a alimentação cozida, por conseguinte sem enzimas contribui para o crescimento patológico excessivo da glândula pituitária, que regula as outras glândulas. Além disso, há pesquisas que indicam que 100% dos indivíduos com mais de 50 anos que morrem de causas acidentais tem deficiências nas glândulas pituitárias.

Seguidamente, acredita-se que a deficiência de enzimas é a causa da maturação exagerada das crianças e adolescentes dos nossos dias .É também uma causa importante no excesso de peso de muitas crianças e adultos.

Muitas experiências com animais mostram que as dietas deficientes em enzimas produzem uma maturação mais rápida do que o normal. Os animais com uma dieta cozida são também mais pesados do que os seus equivalentes que comem cru.

Outra evidencia é que os agricultores usam batatas cozidas para engordar os seus porcos antes de os levarem para o mercado. Eles descobriram que os porcos comendo batata cozida engordavam mais rápido e economicamente do que porcos comendo batata crua.

Esta evidencia mostra a grande diferença entre calorias cozidas e calorias cruas. Na verdade na sua experiência de trabalho num sanatório, o Dr. Edward Howell, descobriu que era impossível engordar as pessoas comendo cru, independentemente da quantidade de calorias ingeridas.

A propósito, outro dos efeitos relacionados com a deficiência de enzimas é que o tamanho do cérebro diminui. Mais, a tiróide aumenta de volume, mesmo na presença do iodo.

Isto foi provado em várias espécies. Na realidade não foi comprovado em seres humanos mas a evidencia é muito sugestiva.

Considera-se que o pâncreas humano é sobrecarregado com uma produção excessiva de enzimas comparado com qualquer outra criatura que se alimenta de comida crua. De fato, em proporção com o peso do corpo, o pâncreas humano é duas vezes mais pesado do que o de uma vaca.

Seres humanos que comem majoritariamente cozido, enquanto as vacas comem erva crua.

Depois, existem evidências que ratos que comem cozido tem um pâncreas duas vezes maior do que ratos que comem cru.

Mais ainda, há provas de que o pâncreas humano é um dos mais pesados no reino animal, tendo em conta o peso corporal.

Este aumento de volume do pâncreas humano é tão perigoso – provavelmente ainda mais – do que o aumento de volume do coração, da tiróide etc.. A produção exagerada de enzimas é uma adaptação patológica a uma dieta de comida sem enzimas.


O pâncreas não é a única parte que produz exageradamente enzimas quando a alimentação é cozida. Por adição, existem as glândulas salivares, que produzem enzimas num grau nunca visto nos animais selvagens com a sua alimentação natural.

De fato, alguns animais numa dieta crua não tem qualquer tipo de enzimas na sua saliva. As vacas e as ovelhas produzem torrentes de saliva sem enzimas.

Os cães, por exemplo, também não segregam enzimas na sua saliva quando comem comida crua. No entanto, se lhe começar a alimentá-los com amidos cozidos, as suas glândulas salivares começarão a produzir amido-enzimas digestivos ao fim de 10 dias.

Mais ainda, há mais evidencia de que os enzimas na saliva representam uma situação patológica e não normal. Isto é algo que o Dr. Edward Howell demonstrou em laboratório.

As enzimas na saliva só atacarão o amido quando este é cozido. Sendo assim, vemos que o corpo canaliza a sua limitada produção de enzimas para a saliva se de fato o tiver que fazer.

O Doutor Howell efetuou experiências em ratos em que um grupo comia carne crua e vegetais e sementes crus e o outro grupo comia o mesmo mas cozido. tentava assim ver qual dos grupos vivia mais tempo. Conclusão, ambos os grupos viviam praticamente o mesmo tempo o que surpreendeu o médico. Os ratos de ambos os grupos viveram cerca de 3 anos. Mais tarde o Dr. Howell descobriu a diferença.

Verificou que os ratos alimentados a comida cozida tinham comido as suas próprias fezes, as quais continham as enzimas excretadas pelo seu corpo.

Todas as fezes, incluindo as dos seres humanos, contém as enzimas utilizados pelo corpo. Os ratos tinham reciclado as suas próprias enzimas para os usarem outra vez. Por isso viveram tanto tempo como os outros ratos a comer cru.

Na realidade a prática de comer fezes é praticamente universal entre todos os animais de laboratório. Se bem que estes animais recebam dietas cientificas contendo todas as vitaminas e minerais, instintivamente sabem que precisam de enzimas. Por isso, comem as suas próprias fezes.

De fato, os animais com dietas cientificas desenvolvem a maior parte das doenças crônicas e degenerativas comuns aos seres humanos, se os deixarem viver até ao fim das suas vidas. Isto prova que só vitaminas e minerais não são suficientes para manter a saúde.

Para o Dr. Howell a evidencia mais impressionante de que precisamos de enzimas na nossa alimentação ocorreu no seu trabalho de sanatório quando os seus doentes eram postos em jejuns curativos.

“Quando se jejua, há uma paragem imediata da produção de enzimas digestivas. As enzimas da saliva, suco gástrico e pancreático diminuem e são raras. Durante o jejum, as enzimas do corpo estão livres para o trabalho de reparação e remoção de tecidos doentes. ”Disse.

Nos países considerados civilizados comem-se tamanhas quantidades de comida cozida que o sistema enzimático fica ocupado somente a digerir comida. Como resultado, o corpo tem falta de enzimas para manter os tecidos em boas condições.

A maior parte das pessoas que jejuam passam pelo que é chamado de uma crise curativa. Os pacientes podem sentir náuseas, vômitos e tonturas. O que se passa é que as enzimas estão a trabalhar para mudar a estrutura doente do organismo. Os enzimas atacam os tecidos patológicos e dividem as substancias indigestas e não processadas; e estas são depois evacuadas pelos intestinos, pelo vômito ou através da pele.

Vários nutricionistas dizem que as enzimas dos alimentos são destruídas pelos ácidos do estômago e por conseguinte de pouco ou nenhum valor.

O doutor Howell contrapõe que esses nutricionistas não prestam atenção a dois fatores importantes.

Em primeiro lugar, quando se come, a secreção ácida do estômago ocorre minimamente pelo menos durante 30 minutos. Á medida que a comida atravessa o esôfago, cai sobre a parte superior do estômago. Esta é chamada a secção cardíaca, uma vez que está próxima do coração.

O resto do estômago continua plana e fechada enquanto a parte cardíaca se abre para acomodar a comida. Durante o tempo que a comida fica nesta secção superior, pouco ácido ou enzimas são segregadas pelo organismo. As enzimas da própria comida começam a digerir a comida. Quanto mais desta auto digestão ocorre menos trabalho o organismo tem que realizar mais tarde.

Quando este período de 30 a 40 minutos passa, a parte inferior do estômago abre e o corpo começa a produzir ácido e enzimas. Até nesse momento as enzimas da comida não param até que o nível ácido se torne proibitivo. Como se pode comprovar as enzimas conseguem suportar ambientes muito mais vezes ácidos do que neutros.

Muitos animais tem até o que se pode chamar de compartimentos de pré digestão enzimática onde a comida se digere a si própria. É o caso de certos macacos e roedores com as suas bolsas nas bochechas, os buchos de muitas espécies de pássaros, e os primeiros estômagos de golfinhos, baleias, etc..

Quando os pássaros comem sementes ou grãos de cereais, estes ficam no bucho entre 8 a 12 horas. Nesta pausa, absorvem umidade e começam a germinar. Durante a germinação formam-se enzimas que tem o trabalho de digerir as sementes e grãos.


Os golfinhos as baleias tem um primeiro estômago que não segrega enzimas. As baleias, por exemplo, engolem grandes quantidades de alimentos sem a mastigarem. A comida decompõe-se e digere-se a si própria. Na pele dos peixes e de outras espécies marinhas que a baleia come existe uma enzima, chamado catepsina, que decompõe o peixe uma vez morto, na realidade esta enzima está presente em quase todas as criaturas.

Depois do alimento da baleia se tornar liquefeito a si próprio, passa por um pequeno canal para o segundo estômago da baleia.

Parece um mistério para os cientistas na baleia, como tanto alimento pode passar por um canal tão pequeno. Não tem idéia de que a auto digestão esteve em ação.

Questionado sobre o fato de a maioria da população comer cozido todos os dias e se poderíamos recuperar a falta de enzimas comendo ao mesmo tempo comida crua o Dr. Howell respondeu:

“Não. A comida cozida causa um desgaste tão grande na nossa reserva de enzimas que não se consegue recuperar comendo também comida crua.

Na realidade os vegetais e a fruta não são fontes concentradas de enzimas. Quando amadurecem as enzimas estão presentes para o amadurecimento. No entanto quando o amadurecimento acaba, as enzimas retiram-se para os caules e sementes.

Por exemplo quando certas companhias querem extrair enzimas da papaia , um fruto tropical, eles usam o sumo de papaia verde. A papaia madura por si não tem grande concentração de enzimas.”
Segundo o Dr. Howell, as bananas,

                  abacates


e mangas,

 
são boas fontes de enzimas. Na generalidade, os frutos com um alto valor calórico são mais ricos em enzimas.

As nozes e as sementes contém inibidores de enzimas pelo que se devem colocar de molho. Estes inibidoresde enzimas existem para proteção da semente. A naturezanão quer que a semente germine prematuramente e perca sua vitalidade. Quer sim que as sementes germinem num solo suficientemente úmido para poderem crescer e continuar a espécie.
Desta forma, quando se comem sementes cruas ou nozes cruas, estamos a ingerir os inibidores de enzimas que neutralizam alguns dos enzimas que o organismo produz. Na realidade comer alimentos com inibidores de enzimas provoca um inchaço do pâncreas.

Todas as nozes e sementes contêm estes inibidores de enzimas. Amendoins crus, por exemplo tem uma quantidade especialmente grande. O gérmen de trigo cru também um dos piores ofensores. Além disso todas as ervilhas, feijões, e lentilhas contem alguns.

As batatas que são sementes também tem inibidores de enzimas.

Nos ovos que também são sementes, o inibidor existe basicamente na clara.

Como regra geral, os inibidores de enzimas estão confinados ás sementes dos alimentos. Por exemplo, os olhos das batatas. Os inibidores não estão presentes nas partes frescas das frutas ou nas folhas e caules dos vegetais.

Há duas formas de destruir os inibidores de enzimas. A primeira é cozer; no entanto assim também se destroem as enzimas. A segunda, que é preferível é a germinação. Assim destroem-se os inibidores de enzimas e também se aumenta o conteúdo de enzimas numa proporção de 3 para 6.

Alguns alimentos, como o feijão de soja, tem de ser bem cozidos para destruir os inibidores de enzimas. Por exemplo, muitas das farinhas de soja e pós no á venda não foram suficientemente aquecidos para destruir os inibidores.

A única solução para quem continua a comer alimentos cozidos é tomar suplementos de concentrado de enzimas de plantas.

Na ausência de contra-indicações, deve-se tomar entre uma a três cápsulas por refeição. É claro que se a sua refeição for só crua, não precisará de enzimas nessa refeição.

As cápsulas devem ser misturadas com a comida ou chupadas. Desta forma podem começar a trabalhar imediatamente. Acidentalmente, tomar enzimas extra é outra forma de neutralizar os inibidores de enzimas das nozes ou sementes não germinados.

Os concentrados de enzimas de plantas ou enzimas de fungos são melhores para pré-digestão da comida do que comprimidos de enzimas pancreáticos. Isto porque as enzimas de plantas conseguem actuar melhor em meios ácidos como o estômago, enquanto que os enzimas pancreáticos só trabalham no meio alcalino do intestino delgado.

Se os comprimidos tiverem um revestimento entérico, então não são apropriados, uma vez que só serão liberados depois de atravessar o estômago. Nesta altura é demasiado tarde para a pré-digestão da comida. Aqui o corpo já terá usado as suas enzimas para digerir a comida.

Uma alimentação deficiente em enzimas causa uma redução de 30% no tempo de vida. Assim sendo, poderíamos prolongar o nosso tempo de vida 20 ou mais anos.

Mesmo numa dieta de crus deve-se incluir enzimas pois o nosso corpo usa-as de tantas formas e assim poderemos manter a nossa reserva para situações de doença, situações extremas de temperatura e durante situações de exercício vigoroso. Conclui o Dr. Howell, que a titulo de curiosidade, já passou claramente dos 70 anos e continua a sentir-se como se tivesse 30, praticando ainda jogging todos os dias.

Fontes de informação e de imagem:
www.living-foods.com - University of Natural Healing, Inc.
http://www.vegetarianismo.com.br/sitio/index.php?option=com_content&task=view&id=316&Itemid=32
http://blogs.abril.com.br/energiavital/2008/11/boa-digestao-depende-das-enzimas.html

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

MÁ ALIMENTAÇÃO E ENXAQUECAS

Eu sei que haverá quem, actualmente, esteja muito confuso quanto à qualidade daquilo que compra para a sua alimentação. Eu estou.

Quando entro no supermercado, não compro nada que eu possa considerar mau para a minha saúde. Mas será que aquilo que eu compro, em alternativa, será mesmo um produto de qualidade e isento de pesticidas no seu cultivo, de corantes e/ou de conservantes? Muitas têm sido as opiniões que, neste campo nomeadamente, tenho lido, onde se chega a pôr em causa a autenticidade dos produtos biológicos - aqui em Londres chamados orgânicos.

Tenho-me questionado muito sobre o que pode estar na base das enxaquecas e alergias de que, cada vez mais, as pessoas se queixam. Creio ter já referido que, desde a minha infância, sofro duma enxaqueca que me pertubava muito. Herdei-a do meu Pai, tal como a minha irmã. Naturalmente que, a minha filha, herdou-a de mim.

Trata-se de começar, lentamente, a ter dificuldade de ver. É uma sensação como quem vem do exterior, depois de ter estado exposta ao sol e, quando entramos em casa, não vemos bem. Vemos as imagens quando as olhamos, mas imediatamente após essa rápida visão das mesmas, deixamos de vê-las quase na totalidade. Outra forma de enxaqueca inclui, nesta mancha escura, inicial, um conjunto de figuras geométricas dum colorido lindo, mas que perturbam imenso. Decorrido algum tempo que, no passado, chegava a ser de uma ou duas horas, ficava uma incomodativa dor de cabeça, durante bastante tempo.

Um dia, admitindo que a origem disso pudesse estar no aparelho digestivo, chupei duas pastilhas de enzima de papaia e bebi um pouco de água levemente quente. Decorridos 10 minutos, um quarto de hora, máximo, a enxaqueca passou e a dor de cabeça não veio. Escusado será dizer que, a partir desse dia, a enzima de papaia é aquilo a que recorro com óptimo resultado.

Hoje, quando penso nas inúmeras pessoas que recorrem a medicamentos contra enxaquecas, tal como o meu Pai o fez, eu pergunto a mim mesma se não seria de experimentarem a enzima de papaia, antes de sacrificarem o organismo a produtos químicos com contra-indicações que podem fazer pior, ainda, do que a enxaqueca em si. Sei que, certas enxaquecas, são terríveis de suportar, mas há medicamentos que fazem bem pior, se a perturbação fôr frequente.

Gostaria muito de saber o que estará por detrás do facto de eu ter resolvido o meu problema desta forma, com eficácia comprovada.

Maria Letra
Imagem da net

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O DR. CELSO FERNANDES BATELL e a Irisdiagnose

Dr. Celso Fernandes Batello - Médico especialista em Iridologia, Irisdiagnose, Ortomolecular, Homeopatia, Biortomolecular, Alopatia, Nutrologia, Acupuntura e Iris.